Todos os nomes do conto são fictícios.
Bem, meu nome é Julho tenho 27 anos e sou estudante
universitário. Pra ser sincero nunca acreditei muito nesses contos que costumo
ler por aqui, uns podem ser bem reais, mas, como só acreditamos quando acontece
com agente, assim foi comigo.
Eu tinha acabado de sair da universidade e já estava prestes
a entra em meu carro quando o meu irmão ligou pedindo pra eu ir lhe pegar na
faculdade, pois tinha emprestado o carro a namorada, eu respondi chateado que
iria o pegar. “Puts, agora motorista de irmão mais velho” pensei alto. O
caminho foi longo, o transito estava complicado e demorei quase uma hora para
chegar até o local.
Assim que estacionei o carro em frente ao prédio da
faculdade meu irmão veio ao meu encontro acompanhado de um notável e lindo
macho ao seu lado. Fiquei olhando enquanto ele descia a escada, nossa. Os
músculos e peito quase que não cabiam na
camisa branca e apertada que vestia. Admirei e pela aproximação dele sentia o meu
pau ficar bem mais duro, quando já estavam bem perto do carro eu desviei o
olhar e fingir que não havia visto nada demais, mas o volume em minha calça estava
muito bem grandinho. Meu irmão entrou e sentou no banco dianteiro e o macho lindo no banco traseiro. “Demorou
em!” meu irmão reclamou. Mas como estava cheio de tesão e em êxtase total
comentei apenas que tinha pegado um transito horrível. Depois de uns instantes
comentando sobre o transito horrível de São Paulo, meu mano nos apresentou, ele
se chamava Aluizio e faziam o curso de medicina juntos, ele morava no interior,
tinha 29 anos e como estava se aproximando as provas os dois iriam estudar.
Durante todo o trajeto ate minha casa, que não fica muito longe da faculdade
onde os peguei, os dois conversavam sobre assuntos médicos os quais eu não
fazia a mínima ideia do que se tratava, mas em meu silencio e sorrisos
desentendidos eu admirava pelo retrovisor aquele homem maravilhoso que ali
estava se expressando e rindo a todo instante. Chegamos em casa e deixei os
dois saírem primeiro do carro, pois queria vê como aquele monumento era por
trás. E assim foi, em sua calça ficava
bem apertada nas coxas e folgada nas pernas e a bunda era muito grande e
redonda sentir meu pau deu mais duas bombadas. Então os dois se trancaram no quarto
do meu irmão e passaram o dia todo estudando. Enquanto eu em meu quarto ficava
querendo interromper o estudo só para da mais uma olhada no Aluizio, mas me
controlava não queria atrapalhar nada.
A noite chegou e já mais conformado meu irmão sem bater na
porta invadiu o meu quarto e pediu que fosse gentil com seu amigo, pois iria à
casa da namorada e que eu as oito o
chamasse para jantar. Essa era a hora
que meus pais geralmente chegavam em casa depois do dia cansativo de trabalho,
ambos médicos. “Tudo bem” falei eu com um sorriso de satisfação para meu mano
velho. Fiquei em frente ao computador e a hora parece que não passava mais, mas
antes das sete e meia sair do meu quarto e andei pelo corredor até o a quarto
onde estava o Aluizio. Sem medo bati na porta duas vezes, mas não fui atendido
assim eu entrei no quarto e escutei o som do chuveiro sendo desligado. Corri
até a porta do banheiro e foi ai que vi aquele macho maravilhoso saindo do
boxe, o peito forte tinha pelos negros e gostosos, o seu pau era grande e
grosso, suas cochas e pernas peludas e seu olhar de surpresa quando me viu. Eu
sem palavras tentei falar algo, mas, nada foi pronunciado. Então ele tomou a
redia da situação: “Vi você me olhando
no carro...e não parei de pensar em você o dia todo” afirmou ele, para minha
surpresa. Aquilo pra mim bastou, ele andou lentamente ao meu encontro e beijou
minha boca, aquele corpo molhado ainda encostava-se ao meu e me vazia querer
beijar, acariciar e morder aqueles músculos. Caímos na cama e ele cheio de
carinho retirou meu short e logo depois minha camisa, lambeu meus mamilos e
logo depois colocou meu pau na boca fazia coisas incríveis com a língua e eu
apenas gemia de prazer. Depois ele deitou e pediu que eu lambesse o seu corpo
todo, eu sarrava meu rosto naquele abdômen peludo depois chupava seus mamilos
com muita vontade, era muito gostoso. Cheguei naquele pau, era grande e grosso
tinha uns 20cm o segurei e podia sentir o pulso daquele monumento o coloquei em
minha boca e minha língua fazia círculos no púbis , coloquei todo na minha boca
e quanto mais o Aluizio gemia mais queria chupar aquela delicia. Perguntou onde
tinha camisinha, apontei para o criado mudo e ele abriu a gaveta e retirou uma
camisinha a desembrulhou e desenrolou no pau, pediu pra eu abrir as pernas e
com carinho colocou a cabeça. Eu gemi, ele se debruçou e me beijou e ainda com
sua boca na minha ele foi enfiando
lentamente toda o seu pau em meu cu até só o saco ficar do lado de fora.
Começou a bombar eu podia sentir o seu pau pulsando fortemente dentro do meu
cu, aquilo era muito bom eu gemia de prazer e ele olhava pra mim com um cara
safada e de garanhão, ele enviava forte e eu gemia mais forte ainda. E assim
quando chegou ao orgasmo ele retirou a camisinha e jogou porra em todo meu
corpo, aquele leite quente entrou em minha boca algumas gotas, outras caíram no
meu peito e outras na cama sua boca aberta e gemia gostoso pra mim, ele lambeu
a porra de meu corpo e me beijou, depois sentou em cima de meu pau e começou a
subir e descer sobre ele, bombando mais uma vez, loucamente seus músculos se
contraiam e ele queria me vê gozar e sem muita demora o meu prazer veio e gozei
dentro do cu dele sentir a porra se espalhar pelo canal gemi alto ali, sei que
foi um erro meu enfiar meu pau no cu dele sem camisinha mas foi muito bom gozar
dentro do cu do Aluizio. Fomos tomar banho e foi o tempo em que meus pais
chegaram e jantamos juntos. Lógico, agora eu estava mais solto e perguntava e
interagia com ele.
Naquela mesma noite após meu irmão dormir ele saiu do quarto
e veio dormir no comigo, minha cabeça
repousou sobre aqueles pelos e depois dessa noite tivemos outras durante 2
anos, mas chegou o tempo de residência medica e ele teve que se mudar para
outro estado e depois disso agente só se falava por telefone e com o tempo
perdemos o contato. Até que o encontrei no facebook e através do bate-papo
estamos marcando um novo reencontro para relembrar os velhos tempos.
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