Eu leio frequentemente as hist�rias da contos er�ticos, me encho de tes�o com as cenas er�ticas que s�o apresentadas,
principalmente nas que envolvem homens com homens. Algumas pessoas podem n�o acreditar, mas sei, por
experi�ncia pr�pria que esses fatos realmente
acontecem, vejam s�. Eu
sou casado, tenho 29 anos, me acho um cara normal, e trabalho como vendedor.
Havia ido realizar minha atividade de vendas em uma cidade pacata perto de
Porto Alegre, onde resido. Os habitantes eram, em sua maioria, feios e bigodudos.
Sou uma pessoa que apresenta um aspecto s�rio,
mas sou simp�tico,
franco e aberto quando tenho mais intimidade com as pessoas. Ap�s o servi�o voltava direto para o hotel
onde me hospedava. Era um local muito familiar, com funcion�rios sempre simp�ticos. Sempre que eu chegava
no hotel ficava at�
tarde batendo papo com eles, cada um contando suas aventuras, fazendo
brincadeiras. Entre esses rapazes, havia um, o marcos, era alto tinha 25 anos,
corpo musculoso e bem peludo que, confesso me enlouquece homens assim, fortes e
peludos, n�o sei se � porque eu tenho o corpo
diferente, liso e sem p�los,
ou � um desejo e uma
necessidade natural minha . Ele tinha pernas grossas que apareciam bem na cal�a apertada, tinha n�degas redondas, ombros largos
que lhe davam uma silhueta bem triangular. Era um belo rapaz, extremamente
atencioso e prestativo. Sempre que o via admirava aquele belo esp�cie, seu andar e sua apar�ncia m�scula. Ele parece que pressentia pois, quando
estava de folga conversando comigo ele fazia quest�o de abrir os bot�es
da camisa deixando aparecer o seu peito forte e cabeludo. Eu n�o conseguia disfar�ar e olhava fixamente para
aquele peito peludo que me enlouquecia, ele, notando. Est� quente hoje, voc� n�o se importa se eu abrir minha camisa?, eu
respondia: “claro que n�o.
Ele dai ia desabotoando abrindo a camisa e alisando seus p�los do peito, olhando
fixamente para mim., que n�o
consegui desviar a aten��o.
Certa noite, quando retornava ao hotel, ele tamb�m
chegava para o seu turno. Ele se ofereceu e me ajudou a carregar as pastas que
eu tentava equilibrar desajeitadamente. Ap�s
abrir a porta, apressei-me em tomar-lhe as pastas, foi quando nossas m�os se tocaram. M�os quentes, nervosas que se
estremeceram como fosse um choque. Olhos nos olhos, uma sensa��o estranha me invadiu.
Ficamos mudos, nos olhando por um tempo que n�o
sei determinar. Quando nos demos por si, perguntei se ele iria come�ar a trabalhar: ele respondeu
que n�o, era o seu dia
de folga. Sua cara estava s�ria,
mas exalando sensualidade. A partir dai, aconteceram coisas tremendamente rid�culas, todas motivadas pela
excita��o que nos
dominava, mas que teim�vamos
em n�o demonstrar.
Passei por ele para colocar as pastas na mesa, mas dei-lhe uma trombada que me
fez cair no ch�o. Ele
correu ao meu aux�lio me
deu sua m�o e me puxou.
Ele fez com tanta for�a
que meu corpo foi ao encontro do seu. Ficamos colados um no outro eu, como sou
mais baixo, fiquei com o rosto na altura do seu peito cabeludo que me
enlouquecia, ele estava de camiseta regata fazendo com que seus p�los ficassem � mostra. Pude sentir
nitidamente um enorme membro ficando duro, sua respira��o estava forte, seus olhos brilhavam
intensamente, parecia um macho no cio. Sacanamente demorei para me desgrudar
dele que, segurando as minhas m�os,
levou-as at� o seu peito
dizendo: “eu sei que voc�
olha para o meu peito peludo, pode alisar e lamber ele”. N�o sei como, nunca tinha feito
carinho em um homem mas, aquele peda�o
de macho estava me subjugando. Eu estava completamente envolvido, era um
instinto natural meu que fazia eu ser passivo perante aquele macho grande e
peludo. Ele tirou a camiseta, seu peito era bem forte e peludo, comecei a
alisar aquele peito e a lamb�-lo,
ele gemia dizendo: ” vai viadinho lambe e alisa os p�los deste macho que vai te comer, que vai te
fazer ser mulherzinha, �
o que voc� sempre quis”.
Ele arranhava sua a barba cerrada no meu pesco�o
e rosto, me arrepiando por inteiro. Seu corpo era duro, rijo, quente e peludo,
eu continuava alisando os p�los
daquele peda�o de macho.
Suas carnes, cujas fibras sentia abaixo da pele fina, ornavam aquele corpo com
formas que me deixavam doido, eu estava totalmente entregue aos caprichos do
meu homem. Ele percebeu que eu aceitava seu carinho, passou a me beijar a boca,
sua l�ngua procurava a
minha. Abriu os bot�es
da minha camisa, como sou lisinho e tenho os peitinhos sem p�lo, exclamando: ” que �timo o meu viadinho, tem os
peitinhos lisinhos, macios que nem uma mulherzinha”. Come�ou a apertar e lamber deliciosamente
meus mamilos que ficavam vermelhos e inchados. Em minutos est�vamos nus. Fomos tomar um
banho. Seu corpo era belo, um monumento de homem, era fartamente peludo e
forte, tinha as pernas musculosas, era lindo, eu perto dele s� podia ser passivo diante de
uma garanh�o daquele
tamanho e porte. Ele mandou eu ensabo�-lo:
“vai viadinho lava este teu macho” eu obedecia, alisava-o lavando seu corpo
peludo por inteiro. Ele admirava e comentava o meu corpinho, dizendo: “que tes�o, voc� �
macio, lisinho”, me alisando e me chupando, enfiando dois dedinhos no meu
rabinho. Ele continuava a comentar sobre o meu corpo: “que tes�o meu viadinho, voc� tem o cuzinho apertadinho,
lisinho melhor que muita mulher”. Como j�
disse, sou casado, sempre comi mulher, nunca tinha transado com homem muito
menos sendo passivo como estava sendo diante daquele homem que mandava e eu
obedecia com muito tes�o.
Seu pau era grosso e grande, estava muito duro eu segurava com as duas m�os aquele colosso de caralho
quando ele ordenou: “vai viadinho, ajoelha e chupa o meu pau at� as bolas”. Claro que
obedeci, comecei, desajeitadamente a chupar aquele pau, me engasgando �s vezes, alisando as bolas
grandes e cabeludas. Ele somente gemia e dizia: chupa, vai, chupa, putinho”. N�o aguentando mais, ele gozou
na minha boca e, pela primeira vez senti o gosto de um macho. Sa�mos do banho e ele mandou eu
sec�-lo, o que obedeci
prontamente, secando aquele peda�o
de macho, ele me observava me alisava e comentava: como voc� � tesudinho, �
macio e tem uma bundinha redodinha, quero fod�-la”.
Jogou-se na cama, cobrindo-me com seu corpo quente e peludo, abriu os meus bra�os para beijar e chupar o meu
corpo inteiro. Sua l�ngua
percorria o meu corpo inteiro, comentando: “que pele lisinha tem o meu
putinho”. Ele me lambia percorrendo o meu pesco�o,
minha boca, meus mamilos arrepiados. Essa imobilidade que ele me impunha
aumentava ainda mais a minha excita��o.
Eu at� lutava um pouco
para me libertar. Quanto mais for�a
eu fazia, mais tesudo ele ficava, dizendo: “n�o
adianta fazer for�a
putinho, sou teu garanh�o
e vou foder este cuzinho”. Assim ficamos um bom tempo neste jogo de muito tes�o. At� que ele se deitou sobre as minhas costas,
encaixando sua tremenda rola entre minhas pernas. Ele aproveitava para me sugar
o cangote, raspando a barba em mim, o que me enlouquecia. Nesse samba, nesse
movimento de vai e vem que ele fazia, sem me deixar focar livre, soltando o
corpo quente e peludo em cima de mim, eu nem sentia que aos poucos sua pica
entrava delicadamente em meu cuzinho, virgem. Que mestre da putaria! Como sabia
foder bem o sacana. Relaxei e deixei que ele entrasse todinho em mim. Ele me
rodou, me colocando como um franguinho assado, para poder assistir � penetra��o. Eu de frente para ele,
alisava e lambia aquele peito peludo que me enlouquecia e ele enviava tudinho
at� as bolas, gemendo.
Que tes�o, eu gemia e
gritava, estava me sentindo ser a mulher daquele macho, era puro tes�o e instinto. Assim, mud�vamos de posi��o a cada momento, procurando
aquele que nos dava mais tes�o.
Por fim, depois de ter conhecido cada canto da cama, ele me colocou de quatro.
Seu cacete pulsava em meu �nus,
num fren�tico entra e
sai, ele me ordenhava pegando meus peitos e puxando para baixo, como eu fazia
com a minha mulher. Eu estava adorando ser a f�mea
daquele garanh�o, ele
dizia: “que cuzinho gostoso lisinho e apertadinho tem o meu viado” Seu saco
batia com for�a na minha
bundinha. Ele acelerou os movimentos, at�
que, arfando e urrando como um louco, jorrou dentro de mim, seu s�mem quente, abundante, que
escorria pelas minhas pernas com as contra��es
do meu �nus, chegando a
sujar toda a roupa de cama. Ele soltou o peso do seu corpo grande e peludo e
ficamos deitados por algum tempo. Sem tirar o seu pau de dentro de mim, eu
podia senti-lo latejar de vez em quando, mostrando que estava vivo, ainda. J� era madrugada quando ele
deixou o quarto, Tivemos alguns encontros depois desse. Fui embora e,
infelizmente, n�o voltei
mais para aquela cidade. Nunca mais, tive uma rela��o como esta, se voc� �
ativo, garanh�o e peludo
que nem um macaco e gostou das minhas caracter�sticas
me escreva, estou louquinho para dar, novamente para um macho como aquele que
me comeu.
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